quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Óleo de canola pode piorar memória e Alzheimer





Efeito negativo

óleo de canola é um dos óleos vegetais mais consumidos no mundo, e vários de seus efeitos sobre a saúde têm sido documentados, incluindo benefícios metabólicos e a queima de gordura localizada.

Contudo, ele não parece fazer tão bem ao cérebro.

"O óleo de canola é atraente porque é mais barato do que outros óleos vegetais, e é anunciado como sendo saudável. Muito poucos estudos, no entanto, examinaram essa afirmação," disse o Dr. Praticò.
[Imagem: Temple University]
Um estudo inédito associou o consumo do óleo de canola com uma piora da memória e da capacidade de aprendizagem e o ganho de peso em camundongos geneticamente modificados para funcionar como modelo da doença de Alzheimer.
O estudo é o primeiro a sugerir que o óleo de canola é mais prejudicial do que saudável para o cérebro - isto significa que novos experimentos precisarão ser feitos para confirmar os resultados, que acabam de ser publicados na revista Nature Scientific Reports.

"O óleo de canola é atraente porque é mais barato do que outros óleos vegetais, e é anunciado como sendo saudável. Muito poucos estudos, no entanto, examinaram essa afirmação, especialmente em termos do cérebro," afirmam Domenico Praticò e Elisabetta Lauretti, da Universidade Temple (EUA).


Placas de proteínas

Devido à falta de estudos, e curiosos sobre como o óleo de canola afeta a função cerebral, os pesquisadores concentraram seu trabalho na deficiência de memória e na formação de placas amiloides e dos emaranhados neurofibrilares das proteínas tau.

As placas de amiloide e o tau fosforilado contribuem para a disfunção e a degeneração neuronal e para a perda de memória no Alzheimer.

O modelo animal foi projetado para recapitular a doença de Alzheimer em seres humanos, progredindo de uma fase assintomática no início da vida para uma doença completa nos animais idosos. Os drs. Praticò e Lauretti já haviam usado o mesmo modelo para pesquisar os efeitos do azeite de oliva sobre o Alzheimer, constatando que os camundongos com uma dieta enriquecida com azeite extra virgem apresentam níveis reduzidos de placas de amiloide e tau fosforilado e melhorias na memória.

Mas os resultados foram diametralmente opostos no caso do óleo de canola.


Amiloides beta 1-40 e 1-42

O exame do tecido cerebral dos animais revelou que aqueles tratados com óleo de canola tinham níveis muito reduzidos de amiloide beta 1-40 - a amiloide beta 1-40 é a forma mais solúvel das proteínas beta-amiloides. Em geral, ela é considerada benéfica no cérebro, atuando como um amortecedor para a forma prejudicial mais insolúvel, a amiloide beta 1-42.

Devido à diminuição da amiloide beta 1-40, os animais apresentaram ainda maior formação de placas de amiloide no cérebro, com neurônios envoltos em amiloide beta 1-42. O dano foi acompanhado por uma diminuição significativa no número de contatos entre os neurônios, indicando extensas lesões das sinapses - as sinapses, as áreas onde os neurônios entram em contato uns com os outros, desempenham um papel central na formação e na recuperação da memória.

"A amiloide beta 1-40 neutraliza as ações do amiloide 1-42, o que significa que uma diminuição da 1-40, como a observada em nosso estudo, deixa a 1-42 sem controle," explicou o Dr. Praticò. "Em nosso modelo, essa alteração na proporção resultou em danos neuronais consideráveis, na diminuição dos contatos neurais e no comprometimento da memória".

Os pesquisadores adiantam que o próximo passo será realizar um estudo de menor duração para determinar a extensão mínima de exposição necessária ao óleo de canola para produzir as mudanças observadas.

Via Diário da Saúde

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domingo, 10 de dezembro de 2017

Rifa Beneficente Natureba (Apícolas,Orgânicos e Funcionais) #pelaMariaFlor


Eeebaaa! Rifa* natureba com produtos apícolas, orgânicos e funcionais por R$10!

Cesta de produtos contendo:

1 un. Mel Silvestre Natucentro 1 Kg
1 un. Mel c/ Própolis, Agrião, Eucalipto e Hortelã Natucentro 200 g.
1 un. Extrato de Própolis Verde Alecrim Natucentro 30 ml.
1 un. Spray de Própolis Composto Natucentro
(com Guaco, Romã, Gengibre e Hortelã) 30 ml.
1 un. Pólen Desidratado Natucentro 60 g.
2 un. Linhaça Dourada Grão Vitalin 120 g.
1 un. Quinoa Real Vermelha Grão Org. Vitalin 300 g.
1 un. Chia + Linhaça Dourada Far. Org. Vitalin 300 g.
1 un. Amaranto Farinha Org. Vitalin 120 g.
1 un. Mistura Integral 5X1 Vitalin 250 g.
(faz torta, empadão, quichê, bolinho de chuva ou panqueca)
6 un. Bolo de Caneca Brigadeiro Vitalin 70 g.
6 un. Bolo de Caneca Beijinho Vitalin 70 g.
5 un. Snack Gergelim c/ Alecrim Vitalin 25 g.

http://www.rifatudo.com.br/cestinha-natureba-de-flor-pra-flor


*Rifa beneficente com todo valor arrecadado destinado à campanha #pelaMariaFlor, maiores detalhes no site https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajuda-para-chegada-de-maria-flor-ao-mundo


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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

As pouco conhecidas frutas brasileiras com superpoderes


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Frutas pouco conhecidas, como a grumixama, têm alto poder anti-inflamatório e antioxidante.
[Imagem: B.navez/Wikimedia Commons]
Superfrutas

Os nomes de algumas frutas nativas da Mata Atlântica ainda soam estranhos para a maioria dos brasileiros: bacupari-mirim, araçá-piranga, cereja-do-rio-grande, grumixama e ubajaí.

Se depender de suas propriedades bioativas, contudo, é um questão de tempo para que elas possam estar não só disputando espaço nas gôndolas dos supermercados, como ganhando posição no ranking dos superalimentos.

"Não havia muito conhecimento científico sobre as propriedades dessas frutas nativas. Agora, com os resultados do nosso estudo, a ideia é fazer com que elas sejam produzidas por agricultura familiar, ganhem escala e cheguem aos supermercados. Quem sabe elas não se tornam um novo açaí?", comentou o professor Severino Matias Alencar, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) em Piracicaba (SP), que realizou o estudo em colaboração com pesquisadores da Universidade de La Frontera, no Chile.

A equipe avaliou os compostos fenólicos - estruturas químicas que podem ter efeitos preventivos ou curativos - e os mecanismos anti-inflamatórios e antioxidantes do extrato de folhas, sementes e polpa de quatro frutas do gênero Eugenia e uma do gênero Garcinia: araçá-piranga (E. leitonii), cereja-do-rio-grande (E. involucrata), grumixama (E. brasiliensis), ubajaí (E. myrcianthes) e bacupari-mirim (Garcinia brasiliensis), todas típicas da Mata Atlântica.

Essas espécies já são raras em ambiente natural, tendo sido necessário usar plantas fornecidas por sítios localizados no interior de São Paulo que comercializam as plantas com o objetivo de preservação. Um dos produtores possui a maior coleção de frutas nativas do Brasil, somando mais de 1,3 mil espécies plantadas.

Esta é a cereja-do-rio-grande.
[Imagem: Erika Silva/Wikimedia Commons]

Antioxidantes

As quatro espécies do gênero Eugenia apresentaram um vasto potencial econômico e farmacológico, sendo exemplos de alimentos funcionais, que, além das vitaminas e valores nutricionais, têm propriedades bioativas como o combate aos radicais livres - átomos instáveis e altamente reativos no organismo que se ligam a outros átomos, provocando danos como envelhecimento celular ou doenças.

As plantas brasileiras mostraram um potencial tão significativo quanto frutas já mundialmente famosas, como o mirtilo.

"A araçá-piranga, espécie ameaçada de extinção, teve a melhor atividade anti-inflamatória em comparação com a de outras frutas do gênero Eugenia", disse o professor Pedro Rosalen, membro da equipe. "O mecanismo de ação também é muito interessante, pois ocorre de forma espontânea e logo no começo da inflamação, impedindo uma via específica do processo inflamatório. Ela age também no endotélio dos vasos sanguíneos, evitando que os leucócitos transmigrem para o tecido agredido, reduzindo a exacerbação do processo inflamatório."

Rosalen destaca que os antioxidantes não têm como função única combater o envelhecimento ou a morte celular, atuando na prevenção de doenças mediadas por processo inflamatório crônico.

"A ação oxidante dos radicais livres também significa o surgimento de doenças inflamatórias dependentes, como diabetes, câncer, artrite, obesidade, doença de Alzheimer," disse. "Não percebemos muitas dessas lesões provocadas pelos radicais livres. São as inflamações silenciosas. Por isso, é importante a ação de sustâncias antioxidantes, que podem neutralizar os radicais livres."

O pesquisador ressalta que há cerca de 400 espécies pertencentes ao gênero Eugenia distribuídas pelo Brasil, incluindo várias espécies endêmicas. "Temos uma imensidão de frutas nativas com compostos bioativos que trariam benefícios para a saúde da população. É preciso estudá-las", disse.


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terça-feira, 30 de maio de 2017

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Demarcação Já!




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Confira a música "Demarcação Já!", uma homenagem de mais de 25 artistas aos povos indígenas do Brasil. Pelo direito à terra, pelo direito à vida! #DemarcaçãoJá

Letra: Carlos Rennó
Música: Chico César
Direção: André Vilela D'Elia
Produção: Cinedelia
Assista também em: cinedelia.com

Artistas:
Ney Matogrosso
Maria Bethânia
Gilberto Gil
Djuena Tikuna
Zeca Pagodinho
Zeca Baleiro
Arnaldo Antunes
Nando Reis
Lenine
Elza Soares
Lirinha - José Paes de Lira
Leticia Sabatella
José Celso Martinez Corrêa
Tetê Espíndola
Edgard Scandurra
Zélia Duncan
Jaques Morelenbaum
Dona Onete
Felipe Cordeiro
Criolo
Marlui Miranda
BaianaSystem
Margareth Menezes
Céu

Com participação de:
Eduardo Viveiros de Castro
André Vallias
Ailton Krenak

sábado, 4 de março de 2017

Nomofobia


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Nomofobia é um termo originário do inglês, que significa "no-mobile-phobia", ou seja, a fobia de ficar sem celular.

Estar on-line 24 horas por dia parece um caminho sem volta, mas nem todas as pessoas lidam bem com o acesso contínuo à internet.

Como inúmeros psicólogos ao redor do mundo já constataram, o uso constante da tecnologia traz seus próprios riscos - riscos emocionais, psicológicos e até físicos.

Os sintomas dos pacientes vão desde a compulsão a olhar o celular o tempo todo, até movimentos involuntários, com os dedos se mexendo como se estivessem manipulando o aparelho.

"O telefone já não cumpre mais a função daqueles telefones antigos, de se comunicar através da voz. Hoje, você tem rede social, máquina fotográfica, filmadora, GPS, música. Por isso que essa sedução se torna muito maior," comenta o psicólogo Cristiano Nabuco.

Ensino e tecnologia

A tecnologia tem influenciado o ensino, embora algumas escolas tradicionais tentem impedir a utilização de dispositivos tecnológicos na sala de aula, embasados em estudos que garantem que internet na sala de aula é uma má ideia.

Em casa, os pais estão em busca de um caminho. Qual o melhor momento para as crianças começarem a usar tablets, smartphones ou qualquer outro dispositivo tecnológico?

A filósofa Viviane Mosé aconselha: "Precisamos entender que a tecnologia é uma tsunami que já vem. Não podemos lutar contra ela. Não é possível. Não precisa encher seu filho de tecnologia. Mas entenda o que ele está usando, e ajude-o a usar melhor."



terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Esquilos ladrões furtando barras de chocolate @StopThtSquirrel



Uma família dona de uma loja de conveniência no Canadá descobriu, por câmaras de segurança, que vinha sendo roubada por esquilos da região.

Por não querer manter a porta principal fechada - por causa da circulação do ar - os donos da loja ficaram sem saber o que fazer para conter os desfalques.

A família foi então às redes sociais pedir ajuda sobre como lidar com esquilos que roubam chocolate.

A loja teria perdido mais de 40 barras de chocolate, segundo os donos.

Eles criaram páginas em redes como YouTube, Facebook e Twitter, todas chamadas @StopThtSquirrel, para reportar novos casos.

Via BBC