domingo, 28 de outubro de 2012

À Sombra de um Delírio Verde -> fim do #GenocidioGuaraniKaiowa



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Clipe: Brô Mc's & Fase Terminal - No Yankee

Na região Sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, o povo indígena com a maior população no Brasil trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território.

Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível "limpo" e ecologicamente correto.

Sem terra e sem floresta, os Guarani Kaiowá convivem há anos com uma epidemia de desnutrição que atinge suas crianças. Sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Na linha de produção do combustível limpo são constantes as autuações feitas pelo Ministério Público do Trabalho que encontram nas usinas trabalho infantil e trabalho escravo.

Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros.


À Sombra de um Delírio Verde
Tempo: 29 min
Países: Argentina, Bélgica e Brasil
Narração: Fabiana Cozza
Direção: An Baccaert, Cristiano Navarro, Nicola Mu

Clipe: Brô Mc's & Fase Terminal - No Yankee

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Ômega-3 restaura telômeros, que encurtam com o envelhecimento

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Telômeros

Tomar suplementos do ácido graxo ômega-3 suficientes para equilibrar os óleos comuns da dieta ocidental pode retardar um processo biológico chave ligado ao envelhecimento.

O estudo mostrou que a maioria dos adultos de meia-idade com sobrepeso, mas saudáveis, que tomaram suplementos de ômega-3 por quatro meses alteraram a proporção do seu consumo de ácidos graxos de uma maneira que ajudou a preservar pequenos segmentos de DNA nos glóbulos brancos do sangue.

Esses segmentos, chamados telômeros, diminuem ao longo do tempo em muitos tipos de células, como uma consequência do envelhecimento.


Suplementação dos telômeros
A semente da chia é uma das mais ricas fontes conhecidas de ômega 3.
No estudo, o alongamento dos telômeros nas células do sistema imunológico foi mais prevalente em pessoas que melhoraram substancialmente a proporção de ômega-3 em relação a outros ácidos graxos em sua dieta.

A suplementação de ômega-3 também reduziu o estresse oxidativo, provocado pelo excesso de radicais livres no sangue - cerca de 15% em comparação com os efeitos observados no grupo que tomou placebo.

Os participantes no estudo tomaram ou 2,5 gramas ou 1,25 grama de ômega-3. Os participantes do grupo placebo tomaram pílulas contendo uma mistura de óleos vegetais comuns na dieta ocidental.

Outro estudo recente também havia mostrado uma associação entre a ingestão de ômega-3 e efeitos benéficos quanto ao envelhecimento:

Nutrição e envelhecimento

"A descoberta sobre os telômeros é provocativa na medida que sugere a possibilidade de que um suplemento nutricional possa realmente fazer a diferença no envelhecimento," disse Jan Kiecolt-Glaser, da Universidade do Estado de Ohio (EUA), principal autora do estudo.

Em outra publicação recente deste estudo, Kiecolt-Glaser e seus colegas relataram que suplementos de ácidos graxos ômega-3 reduziram as inflamações no mesmo grupo de adultos.

"A inflamação em particular está no coração de vários problemas de saúde. Qualquer coisa que reduza a inflamação tem um monte de efeitos potencialmente saudáveis entre os adultos mais velhos", disse ela.




Diário da Saúde

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Amêndoa de fruto do Cerrado supera peixes e outras castanhas


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Amêndoa de baru
Mais que uma iguaria saborosa e nutritiva, o baru - fruto castanho do Cerrado pouco conhecido no país - tem alto potencial antioxidante.

Seus efeitos benéficos à saúde incluem a possibilidade de combater processos inflamatórios e doenças crônicas e degenerativas, como câncer, hipertensão, diabetes, artrite e enfermidades cardiovasculares.

A descoberta é da cientista de alimentos Miriam Rejane Bonilla Lemos, em um estudo desenvolvido em uma parceria entre a Universidade de Brasília e a Universidade Federal de Pelotas.

Melhor que peixe
A partir da análise de compostos bioativos em amêndoas de baru, a pesquisadora comprovou a eficiência desses fitoquímicos no controle dos radicais livres - apontados como responsáveis por inúmeras enfermidades.

"Nossos estudos em laboratório identificaram esses grupos com reconhecida ação contra as moléculas causadoras do estresse oxidativo", explica. "Os fitoquímicos contribuem como potentes agentes preventivos de doenças graves."

A pesquisadora descobriu também que os óleos da amêndoa do baru são mais ricos em ômega 3, 6 e 9, com 81% mais ácidos graxos insaturados que os próprios peixes, tão recomendados em dietas saudáveis.

"Em relação a seu potencial oxidativo, na família de leguminosas - pistache, amendoim, noz, macadâmia -, sem dúvida alguma, a amêndoa do baru se sobressai", diz.

Propriedades farmacológicas
"A pesquisa é um pontapé inicial no reconhecimento das propriedades farmacológicas do baru, geralmente mais estudado em seus aspectos nutricionais," afirmou a professora Egle Machado Siqueira.

Para ela, a identificação de altos níveis de fenólicos, antioxidantes mais poderosos que as vitaminas C e E, constitui, sem dúvida, uma grande contribuição científica.

Outro ponto positivo da pesquisa apontado pela professora Egle é a valorização do Cerrado, segundo maior bioma do Brasil, "flora ainda pouco notada em seu potencial produtivo", de acordo com o estudo.


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PGR reitera posição pela paralisação de Belo Monte para consulta as comunidades indígenas

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A PGR (Procuradoria Geral da República) enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) parecer de mérito na reclamação (RCL 14404) ajuizada pela União para suspender liminar que determinou a paralisação das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Segundo o documento assinado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, a reclamação não deve ser conhecida e, sucessivamente, deveria ser considerada improcedente. Liminar na reclamação já foi concedida pelo presidente do STF, ministro Ayres Britto.

A reclamação foi ajuizada com o pedido final para que seja anulado a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que suspendeu as obras, por desrespeitar a decisão proferida pelo Plenário do STF no julgamento da SL (Suspensão de Liminar) 125.
O documento da PGR aponta que a SL 125 jamais foi submetida ao plenário da Corte Suprema. “Houve apenas a decisão singular da Presidente do STF e, quando provocada mediante agravo regimental, teve este por prejudicado em razão do julgamento de mérito da ação civil pública”, afirma o parecer. Para a PGR, só seria possível o manejo da reclamação para preservar a declaração de constitucionalidade do Decreto Legislativo 788 (que autorizou Belo Monte) se esta fosse uma decisão do plenário do STF, e não uma decisão monocrática da então presidente da Corte.

O parecer destaca ainda um aspecto de conteúdo que inviabiliza a reclamação, tendo em vista jurisprudência do STF: a falta de identidade material entre a decisão reclamada e aquela tida por paradigma. Isto porque, segundo a PGR, a decisão proferida na SL 125 teve o plano da constitucionalidade e o acórdão reclamado julgou o feito exclusivamente à luz da Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que determina o direito de consulta prévia às comunidades indígenas e quilombolas.

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Eficácia
Os autores do parecer da PGR consideram ainda que, caso superadas as objeções quanto ao cabimento da reclamação, persiste uma questão quanto à eficácia da decisão proferida na SL 125, que foi alvo de agravo regimental do MPF (Ministério Público Federal), considerado prejudicado por causa de decisão de mérito proferida na ação civil pública ajuizada perante a Vara Federal de Altamira no Pará. “Na forma em que lançada a decisão proferida no agravo regimental, o MPF foi levado a crer que a presidência dessa Corte não mais considerava válida a decisão suspendendo a liminar antes concedida”, diz o documento.
O parecer da PGR pauta o princípio da proteção à confiança legítima, argumentando que desse princípio decorrem duas consequências possíveis: ou não se considera mais válida a decisão proferida na SL 125, ou se permite a discussão de seus fundamentos, tal como antes pretendido no agravo regimental, que é o que o parecer passa a fazer.


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Fundamentos
Segundo o documento, a consulta aos povos indígenas, quanto às medidas administrativas e legislativas que possam afetá-los, é consequência lógica e necessária de sua autodeterminação, ou seja, da possibilidade de traçarem para si, livres da interferência de terceiros, os seus projetos de vida.

“Também decorrência lógica da autodeterminação dos povos indígenas, ideia força de uma sociedade plural, é que a consulta seja prévia. A consulta posterior, quando já consumado o fato sobre o qual se pretende discutir, é mera forma sem substância, incompatível com as liberdades expressivas e a gestão do próprio destino que tanto a Constituição, quanto a Convenção 169 da OIT lhes asseguram.”

Para a PGR, a consulta prévia e informada dos povos indígenas consta da maior parte dos documentos internacionais que, de alguma forma, lhes dizem respeito e, além de ser uma norma convencional, é também um princípio geral de direito internacional. O parecer também destaca vários dispositivos da Constituição brasileira que apontam no sentido de um Estado cooperativo.

De acordo com os autores, a exigência constitucional de oitiva prévia das comunidades indígenas afetadas pelo empreendimento se justifica diante de dois objetivos, ambos da maior relevância: de um lado, franquear aos parlamentares o acesso a dados e posições relevantes sobre o tema a ser decidido, possibilitando com isso uma decisão congressual mais bem informada e tendencialmente mais correta; de outro, ela dá aos povos indígenas a chance de acesso ao contraditório na esfera política, garantindo-lhes a possibilidade de tentar influenciar na tomada de decisão parlamentar que lhes atingirá diretamente.

Segundo o parecer, no espaço legislativo, não há real paridade de armas entre os grupos interessados na realização de empreendimentos econômicos de vulto, como a exploração de energia elétrica, e as comunidades indígenas. “Por isso, é tão importante a existência de mecanismo institucional que assegure a voz dos povos indígenas nas deliberações parlamentares que lhes dizem respeito”, afirma.

Por fim, o parecer lança uma pergunta: é possível situar o interesse público apenas na realização da obra? “Essa talvez fosse uma questão de fácil resposta em face de um ordenamento constitucional consagrador de um direito hegemônico. No caso de uma Constituição emancipatória, que assegura os direitos de minorias, impondo limites materiais às decisões das maiorias eventuais, o interesse público não pode ser medido em desconsideração a esses grupos”, alerta.


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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Conheça hábitos alimentares que ajudam a combater a celulite

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Eliminar toxinas do organismo; melhorar as funções digestiva e intestinal; suprimir alimentos alergênicos; incluir na dieta nutrientes que estimulem a formação das fibras de colágeno e reduzir o estresse são condutas que ajudam a combater a celulite, diz nutricionista Flávia Morais, especialista em qualidade de alimentos e nutrição funcional.

Não existe dieta mágica, mas a especialista tem sugestões que, afirma, ajudam a melhorar a aparência dos furinhos.

Sua dica para diminuir as toxinas é a hidratação. "Devemos ingerir no mínimo dois litros de água por dia. Sucos de frutas orgânicas, infusão de ervas e água de coco também são boas alternativas."

Reduzir o consumo de sódio ajuda a evitar a retenção de líquidos. Para isso, ela recomenda diminuir sal, enlatados, conservas, embutidos e industrializados.

E vale trocar o sal comum pelo light, usando mais os sabores de temperos naturais como orégano, salsa, cebolinha, manjericão e açafrão, que têm antioxidantes.

Cafeína e álcool são outros itens que devem ser evitados, já que causam a constrição de pequenos vasos sanguíneos, favorecendo o inchaço.

Outra recomendação da especialista, claro, é zelar pela saúde do intestino.


Além da constipação (prisão de ventre), tratada com a ingestão de fibras, há a disbiose intestinal. Nesse transtorno, causado por uso indiscriminado de antibióticos, antiinflamatórios e anticoncepcionais, estresse e exposição a alimentos alergênicos, as bactérias da flora normal ficam em minoria, debilitando o organismo.

"Os primeiros passos para o tratamento são excluir alimentos alergênicos como trigo, leite, amendoim, soja, ovo, frutos do mar e milho, e usar suplementos de probióticos, fontes de bactérias boas que fortalecem a microbiota intestinal", explica.

Ela sugere a inclusão de frutas e legumes com bastante água na dieta, como abacaxi, melancia, cítricas, pepino e salsinha, que hidratam e desintoxicam.


Outro grupo de substâncias indicadas são as ricas em silício, mineral envolvido na produção de colágeno. Aveia, chá de cavalinha e água mineral são boas fontes.



Aveia: rica em silício
"Experimente incluir nos sucos, no lugar da água, a infusão da cavalinha, e usar a aveia em flocos em saladas de frutas", indica Morais.

O cardápio anticelulite segue com itens antioxidantes, como uva escura, azeite de oliva extravirgem, óleos de semente de abóbora e macadâmia, cacau, castanha-do-pará, amora, framboesa e mirtilo, que melhoram a circulação e a textura da pele.

Acerola: ótima fonte de betacaroteno (precursor da vitamina A) e vitamina C
Dois outros grupos importantes são os dos alimentos ricos em vitamina A (tomate, cenoura, vegetais escuros) e C (frutas cítricas, acerola, morango, goiaba, caju). Eles estimulam a produção de colágeno, que melhora a elasticidade e a firmeza da pele.

O ômega 3 (salmão, sardinha, semente de linhaça) também ajuda, por interferir no acúmulo de gordura.

Folha



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Empresa de alimentos é multada por omitir presença de transgênicos

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O DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), do Ministério da Justiça, multou a empresa Alimentos Zaeli em R$ 548 mil por deixar de informar no rótulo do produto a existência de ingrediente transgênico em sua farinha de milho.




Constatada a presença de transgênicos não informados no rótulo

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor  e com o decreto 4.680/2003, é obrigatório informar no rótulo do alimento a presença de mais de 1% de ingredientes transgênicos. Análise de laboratório confirmou a presença de 22% de milho geneticamente modificado.

O valor da multa deverá ser depositado em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos do Ministério da Justiça.

Última Instância - 08/01/2012 - 13h36

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Tofu mediterrâneo

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Um recheio prático, nutritivo e protéico pra torradas e pães integrais, pães multi grãos, ou como recheio pra pizzas ou acompanhamento do arroz.




Ingredientes:


+/- 1 Kg de Tofu

Azeitona preta ou verde fatiada –  200 gramas

1 lata de milho verde – 200 gramas

1 ou 2 pimentões vermelhos ou amarelos

1 maço de cebolinha

Orégano ao gosto

Alho e sal marinho ao gosto

Azeite extra virgem

Preparo:

1) Fatiar os pimentões e a cebolinha, juntando-os às azeitonas e ao milho verde (retirar o líquido); reservar.
2) Escorrer todo soro do tofu, lavar, e em outro pote fatiá-lo e amassá-lo por completo com um garfo.
3) Socar o alho junto ao sal, e misturar ambos ao azeite, depois misturando no tofu.
4) Juntar o tofu aos outros ingredientes (1).
  
Obs: manter em pote fechado sob refrigeração.