terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Vitalin lança semente e farinha de Chia


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Poder Milenar: vários benefícios em único produto



A chia é a nova sensação entre os adeptos da alimentação saudável e dietas funcionais. Pioneira em trazer para o Brasil sementes como a linhaça dourada e o amaranto, a Vitalin apresenta a sua Farinha de Chia e Semente de Chia que oferecem os diversos benefícios nutricionais deste alimento de forma prática e de fácil consumo. O grande diferencial é que a Farinha de Chia Vitalin é a única no mercado que se apresenta na forma Integral o que faz com que não haja nenhuma perda das propriedades de ômega 3 e 6.

Originária do México, a chia é uma semente milenar muito utilizada pela civilização asteca, na promoção da força e da resistência física. Trazida para os tempos atuais, os atributos deste grão se revelam no alto aporte de ômega 3 – é o alimento vegetal com maior concentração desta substância – além de fibras, cálcio, magnésio, potássio, proteínas e vitaminas do complexo B.

Este extenso conjunto de propriedades da chia contribui para a saúde na redução do colesterol, controle da glicemia, boa formação óssea, prevenção do envelhecimento precoce e melhoria geral da imunidade do organismo.

Para os adeptos das dietas de controle de peso, a chia em doses apropriadas ajuda o corpo a entrar em forma, principalmente pela sensação de saciedade que proporciona, graças às fibras que, ao entrarem em contato com a água, formam um gel no estômago e retardam a digestão. A chia também ajuda a manter o bom funcionamento da flora intestinal e a desintoxicar o organismo.

Indicações

Importante fonte de proteínas, a chia é indicada para diabéticos, hipertensos, vegetarianos e praticantes de atividade física, além de contribuir na promoção de massa óssea e combate a osteoporose em idosos, graças à alta concentração de cálcio e magnésio.

A Semente e a Farinha de Chia da Vitalin devem ser consumidas adicionadas em vitaminas, iogurtes e saladas. Duas colheres de sopa (15 gramas) de chia, quantidade diária indicada pelos nutricionistas, oferece cerca de 50% de ferro (7,3mg) e 27% de magnésio (70mg).

Para quem busca emagrecer aproveitando as funcionalidades da chia, é recomendável ingerir o grão cerca de 30 minutos antes das principais refeições diárias.

Ficha Técnica:

Farinha de Chia Vitalin
Embalagem: pote de 250 gramas
Preço Sugerido: R$ 24,00
Não contém glúten


Semente de Chia Vitalin
Embalagem: sachês de 200 gramas
Preço Sugerido: R$ 20,00
Não contém glúten


Pedidos - atacado
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Localizada em Jaraguá do Sul (SC), a Vitalin se dedica à produção de alimentos naturais e funcionais, voltados para a saúde e o bem estar, comercializados em todo o BrasilMais informações: Tatiane Pscheidt – Fone (47) 3376-5003 – www.vitalin.com.br  (Fonte: MCK Cultura da Informação).







segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Própolis vermelha combate células leucêmicas humanas

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Pesquisa conduzida na FEA abre perspectiva para futuros ensaios pré-clínicos







Desde 1995, o professor Yong Park, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp, tem dedicado especial atenção às propriedades da própolis brasileira. Durante esse período, pesquisas conduzidas por ele e sua equipe classificaram 12 grupos dessa substância natural e constataram que ela possui atividades antimicrobianas, anticancerígenas e anti-HIV, para ficar em apenas três exemplos. Mais recentemente, estudo coordenado por Park classificou um 13º grupo, constituído pela chamada própolis vermelha, que ocorre somente no Nordeste do país. Ensaios in vitro desenvolvidos nos laboratórios da FEA em colaboração com a Faculdade de Ciências Médicas (FCM) comprovaram que este último é capaz de induzir a apoptose (morte programada) em células leucêmicas humanas. O resultado do trabalho abre perspectiva para futuros ensaios pré-clínicos.

Embora relevante, a pesquisa coordenada por Park ainda está longe de propiciar o desenvolvimento de uma droga para combater a leucemia, como adverte o farmacêutico Gilberto Carlos Franchi Júnior, integrante da equipe. De acordo com ele, ainda é preciso cumprir um longo caminho até chegar a esse objetivo. “Dois dos desafios é identificar e isolar a substância que tem o efeito citotóxico. Depois, é preciso fazer os testes pré-clínicos e clínicos. Por enquanto, o que nós fizemos foi constatar a atividade da substância no combate às células leucêmicas e comprovar que a ação da própolis vermelha é maior do que a da própolis verde, que é a mais comum no Brasil”, explica.

Dito de modo simplificado, o que os cientistas fizeram foi primeiro coletar a própolis vermelha em colmeias localizadas nas proximidades da costa e de rios nordestinos. De acordo com o professor Park, foi observado que as abelhas coletavam o exsudato vermelho (substância resinosa) da superfície da planta Dalbergia ecastophyllum, conhecida popularmente como rabo-de-bugio. Tanto a própolis quanto o exsudato foram analisados e ambos apresentaram similaridade entre seus componentes químicos.
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Em seguida, os extratos etanólicos das própolis vermelha e verde foram testados, in vitro, em células leucêmicas humanas. “Ambos demonstraram capacidade de eliminar as células leucêmicas, mas a própolis vermelha apresentou um efeito mais eficaz”, afirma Franchi Júnior.

O resultado do trabalho, intitulado Efeitos comparativos de extratos etanólicos de própolis brasileira em células leucêmicas humanas por teste de MTT, foi publicado no periódico científicoEvidence-Based Complementary and Alternative Medicine (eCAM) e provocou grande interesse por parte dos pesquisadores da área. Uma das consequências dessa repercussão foi o contato do siteGlobal Medical Discovery Series, que selecionou o mesmo artigo para ser publicado na sua próxima edição. O portal dedica-se especialmente à divulgação de estudos científicos que podem contribuir para o desenvolvimento de futuros medicamentos.


Trabalho das abelhas

A própolis é uma resina coletada pelas abelhas melíferas de exsudatos de árvores, principalmente resinas de botões florais jovens. Os insetos misturam cera a essa substância, que depois é utilizada para vedar a colmeia, protegendo assim o enxame do ataque de micro-organismos e outros insetos. Conforme o professor Park, inicialmente se pensava que a própolis era uma só. Com a realização de diversas pesquisas ao longo dos últimos 16 anos, o docente pôde constatar, no entanto, que a substância varia de acordo com a origem botânica. Assim, a resina coletada no Sul do país apresenta compostos e propriedades diferentes da extraída no Nordeste, em razão das características da flora de cada região.


De maneira geral, no entanto, os testes feitos em aproximadamente 600 amostras coletadas pela equipe do professor Park indicam que a própolis apresenta em sua composição química principalmente polifenóis, flavonoides agliconas e seus derivados. As variações quantitativas desses compostos também estão associadas ao ambiente vegetal. Considerado a maior autoridade mundial em própolis, o docente da FEA demonstra aversão a mesuras.

Entretanto, se diz honrado e feliz por ter o trabalho reconhecido e, sobretudo, por poder passar metade do ano viajando pelo mundo para compartilhar seus conhecimentos com colegas de diversas áreas interessados no tema. “Temos que continuar pesquisando. O Brasil tem a maior biodiversidade do mundo, e muitas fontes para a produção de medicamentos ainda podem ser descobertas aqui”, defende. Além do professor Park e do farmacêutico Gilberto Franchi Júnior, também participaram da pesquisa em torno da própolis vermelha os seguintes pesquisadores: Cleber Moraes, Viviane Toreti, Andreas Daugsh e Alexandre Nowill.

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■ Publicações

Artigo publicado
- Franchi Jr, Gilberto Carlos; Moraes, Cleber S.; Daugsch, Adreas; Nowill, Alexandre Eduardo; Park, Yong K. Efeitos comparativos de extratos etanólicos de própolis brasileira em células leucêmicas humanas por teste de MTT. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine (eCAM)

Artigo aceito
- Franchi Jr, Gilberto Carlos; Moraes, Cleber S.; Daugsch, Adreas; Nowill, Alexandre Eduardo; Park, Yong K. Efeitos comparativos de extratos etanólicos de própolis brasileira em células leucêmicas humanas por teste de MTT. Global Medical Discovery Series